Paulo Raimundo apelou ao "fim à promiscuidade entre o poder político e o poder económico"

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O Secretário Geral do PCP apelou ao fim “urgente da promiscuidade entre o poder político e o poder económico e à corrupção que lhe está aliada".

Paulo Raimundo falava no encerramento da XII Assembleia da Organização Regional de Braga do Partido Comunista Português que se realizou nas Caldas das Taipas.
Na sua intervenção, acrescentou que "o País já percebeu que Luís Montenegro não pode explicar mais nada porque não há explicação possível para o que fez, o que não poderia ter feito e o que devia ter feito e não fez. Quis e quer garantir a todo o custo salvar duas questões: a sua imagem e os privilégios, benefícios e os negócios dos grupos económicos”.
Sob o lema “Por um Distrito melhor, tomar a iniciativa com um partido mais forte”, os comunistas do Minho analisaram a situação política, social e económica da região, no sentido de melhor preparar a intervenção do PCP na defesa dos interesses dos trabalhadores e do povo minhoto.

Foram diversas as preocupações apresentadas, desde os baixos salários no sector têxtil, passando pelo preocupante e crescente envelhecimento dos funcionários judiciais, a luta pela Paz, as condições de trabalho nas grandes superfícies comerciais, as dificuldades sentidas pelos estudantes do ensino secundário e superior, os problemas no acolhimento de imigrantes ou os problemas ambientais.
Foram aprovadas moções em defesa da Paz, de saudação à Revolução do 25 de Abril e sobre os próximos atos eleitorais apelando ao reforço da CDU.
Sandra Cardoso, candidata da CDU às eleições para a Assembleia da República, sublinhou ser "necessário eleger deputados deste Distrito que sejam sérios e honestos. Que digam e façam em Lisboa aquilo que dizem aqui na região. Estes deputados só existem na lista da CDU”.


Marcações: PCP, Paulo Raimundo

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