Vistoria administrativa pode levar Câmara de Guimarães a intervir na igreja de Santa Marinha da Costa

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O estado de degradação da igreja de Santa Marinha da Costa pode levar o Município de Guimarães a garantir a segurança no edifício, se os serviços de Protecção Civil assim o entenderem através de uma vistoria administrativa.

A solução para a execução de "obras mínimas" foi admitida pelo Presidente da Câmara de Guimarães face ao impasse existente em torno do projecto de reabilitação integral da igreja. Um património que integra os bens geridos pela ESTAMO, empresa de capital exclusivamente público tendo por missão a gestão, venda, arrendamento e promoção de ativos imobiliários não estratégicos.

Numa informação prestada à vereação Municipal, Domingos Bragança sustentou que o processo arrasta-se, recordando que o Município disponibilizou-se para assegurar a execução da obra, "embora tivéssemos antecedentes que não eram nada bons, pela forma como decorreram as obras na igreja de Serzedelo". "Ficaram de enviar os projectos para o Município para fazermos um protocolo e conhecermos a base financeira exigida para a intervenção, mas não enviam. Informaram agora que a Estamo assumiu o edifício e que vai dizer mais tarde em que condições se poderá fazer essa obra", prosseguiu o Autarca, vincando que a intervenção na igreja "não é da competência da Câmara".

Aliás, acrescentou, o Município poderá agir "para a realização de obras minimamente necessárias e depois debitar esse encargo ao Estado". "Se a protecção civil me indicar por auto de vistoria que há obras que são imperiosas de imediato, as obras fazem-se para restituir a segurança do edifício, como local que acolhe cerimónias religiosas e é usado por muitas pessoas", contextualizou.

Marcações: Igreja de Santa Marinha da Costa

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