Mariana Mortágua defende que Deucalion garante "soberania" e "autonomia"

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A Coordenadora do Bloco de Esquerda (BE), Mariana Mortágua, visitou hoje o supercomputador Deucalion, que está sediado no Campus de Azurém, da Universidade do Minho. 

Para a líder do BE, a "soberania" e a "autonomia" de Portugal dependem deste tipo de supercomputadores. "Nós estamos preocupados com a soberania de Portugal e a nossa autonomia em termos digitais e estratégicos. Hoje fala-se muito em segurança e defesa, mas conta para a nossa segurança a capacidade para armazenar dados do que  a capacidade de construir bombas", apontou Mariana Mortágua

A bloquista acrescentou que este "é um exemplo de um supercomputador público que fornece serviços a várias investigações, startups e modelos empresariais". "Hoje em dia, ter acesso a um centro de dados é tão importante como ter acesso a água ou luz para uma empresa funcionar. É tão essencial para qualquer serviço público. O Estado tem capacidade de manter a sua soberania ou corremos o risco de depender de centros de dados externos que colocam em perigo a nossa segurança. No século XXI, a soberania quer dizer supercomputadores e centros de dados. Assim, Portugal tem de garantir a sua soberania", concluiu. 

O supercomputador mais rápido em Portugal, capaz de executar 10 milhões de biliões (dez petaflops) de cálculo por segundo.

 

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