Homem que matou mecânico diz ter tido um acto irreflectido que não conseguiu medir
O arguido que está acusado do homicídio de um mecânico, no ano passado em Azurém, considerou que tudo aconteceu devido a um "acto irreflectido" do qual não conseguiu medir as consequências.
O Tribunal mostrou dúvidas pelo facto do arguido ter dito que desconhecia que tinha a soqueira no bolso. Uma arma que depois do crime o arguido atirou a "um esgoto".
O Tribunal confrontou o arguido com uma mensagem que enviou no mesmo dia a um amigo onde afirmava ter "espetado a soqueira toda", alegando ter desferido o golpe por se sentir ameaçado pela vítima que o terá agarrado.
O arguido contestou a versão da reconstituição dos facto da responsabilidade da PJ, apesar de ter assinado o documento. Alegou ainda ter um quadro clínico de autismo, diagnosticado em 2011 e problemas em reagir a conflitos. No entanto, o Colectivo de Juízes acusou o arguido de ter "memória selectiva".